Que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja nossa própria substância.

:: Simone de Beauvoir ::

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No place

“… there is no place at which to arrive, there is just this movement of learning which becomes painful only when there is accumulation. A mind that listens with complete attention, will never look for a result because it is constantly unfolding; like a river, it is always in movement. Such a mind is totally unconscious of its own activity, in the sense that there is no perpetuation of a self, of a “me,” which is seeking to achieve an end.

Krishnamurti
The Book of Life, June 14, HarperSanFrancisco, 1995

Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.

:: Amyr Klink ::

“Poor is the man whose pleasures depend on the permission of another”

“Life is short and the world is wide”

A Arte

– É isso que é o sublime na arte. Podemos usar momentos de dificuldade e tristeza, e canalizá-los para fazer um garoto triste sentir-se menos só numa festa.
Arte. A habilidade de fazê-la dá sentido à tristeza de um modo que muitos não vivenciam. Quero dizer que não há caminho certo na arte ou na vida. Às vezes sequer há caminho e é preciso abrir passagem à foice no mato para ir aonde se quer.

– Wow… já ouviu algo pela primeira vez e ainda assim
fez sentido magnificamente? Como se tivesse esperado ouvir a vida toda.

No seriado Anne/Netflix

 

“Agora lembro-me de que o mundo real é vasto, e que há muitos campos de esperanças e medos, sensações e emoções aguardando aqueles que tenham a coragem de sair por ele afora, buscando conhecer a vida de verdade por entre seus perigos.”

 Jane Eyre, romance de Charlott – recitado no seriado Anne/Netflix

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