É preciso estar atento e forte, não temos tempo de temer a morte.

Divino Maravilhoso – música

Isso é o que acontece quando simplesmente mergulhamos no dia a dia de pessoas comuns. Nós aprendemos sobre coisas maravilhosas acontecendo fora do alcance das crises políticas, sociais e econômicas. Porque as pessoas sentem a enorme necessidade de simplesmente serem humanas. De trocar ideias umas com as outras. De sairem para fazer coisas”

Mabel Carlos Glynn, the Guardian

Que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja nossa própria substância.

:: Simone de Beauvoir ::

No place

“… there is no place at which to arrive, there is just this movement of learning which becomes painful only when there is accumulation. A mind that listens with complete attention, will never look for a result because it is constantly unfolding; like a river, it is always in movement. Such a mind is totally unconscious of its own activity, in the sense that there is no perpetuation of a self, of a “me,” which is seeking to achieve an end.

Krishnamurti
The Book of Life, June 14, HarperSanFrancisco, 1995

Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.

:: Amyr Klink ::

“Poor is the man whose pleasures depend on the permission of another”