Seu real dever é salvar o seu sonho

Você nasceu para crescer e se tornar vicê, com tudo que isto representa.

Como tudo na natureza, somos programados para crescer e nos tornar nós mesmos, mas a grande diferença entre o homem é o resto da natureza é que nós podemos dizer não. (Escritora americana Marianne Williamson).

Eu acredito em grandes amores

Eu acredito em grandes amores. Mas falo e namoro como se não acreditasse.

Não tenho expectativas fúteis para o romance. Não estou à espera de sentir aquela sensação estranha de estar a flutuar. Eu sou um daqueles indivíduos que realmente gosta deste ambiente atual de conexão entre as pessoas e é feliz por viver numa época em que a monogamia não é necessariamente a norma.

Mas eu acredito em grandes amores, porque já tive um.

Eu tive esse amor que tudo consome. O amor do tipo “eu não posso acreditar que isto existe no mundo físico.”

O tipo de amor que irrompe como um incêndio incontrolável e então se torna brasa que queima em silêncio, confortavelmente, durante anos. 

O tipo de amor que escreve romances e sinfonias. O tipo de amor que ensina mais do que tu pensaste que poderias aprender, e dá de volta infinitamente mais do que recebe.

É amor do tipo “amor da tua vida”.

E acredito que funciona assim: se tiveres sorte, conhecerás o amor da tua vida. Tu estarás com ele, aprenderás com ele, darás tudo de ti a ele e permitirás que a sua influência te mude em medidas insondáveis. É uma experiência como nenhuma outra.

Mas aqui está o que os contos de fadas não te vão dizer – às vezes encontramos os amores das nossas vidas, mas não conseguimos mantê-los.

Nós não chegamos a casar-nos com eles, nem passamos anos ao lado deles, nem seguraremos as suas mãos nos seus leitos de morte depois de uma vida bem vivida juntos.

Nós nem sempre conseguimos ficar com os amores da nossa vida, porque no mundo real, o amor não conquista tudo. Ele não resolve as diferenças irreparáveis, não triunfa sobre a doença, ele não preenche fendas religiosas e nem nos salva de nós mesmos quando estamos perdidos.

Nós nem sempre chegamos a ficar com os amores das nossas vidas, porque às vezes o amor não é tudo o que existe, ou simplesmente às vezes ele aconteceu na hora errada.

Às vezes, a maior atitude de amor que tu podes ter é simplesmente deixar o outro ir. Outras vezes, tu não tens escolha.

Mas aqui está outra coisa que não te vão contar sobre encontrar o amor da tua vida: não viveres toda a tua vida ao lado dele não desqualifica o seu significado.

Algumas pessoas podem amar-te mais em um ano do que outras poderiam te amar em cinquenta anos. Algumas pessoas podem ensinar-te mais em um único dia do que outras durante toda a sua vida.

Algumas pessoas entram nas nossas vidas apenas por um determinado período de tempo, mas causam um impacto que mais ninguém pode igualar ou substituir.

E quem somos nós para chamar essas pessoas de algo que não seja “amores das nossas vidas”?

Quem somos nós para minimizar a sua importância, para reescrever as suas memórias, para alterar as formas em que nos mudaram para melhor, simplesmente porque os nossos caminhos divergiram?

Quem somos nós para decidir que precisamos desesperadamente substituí-los – encontrar um amor maior, melhor, mais forte, mais apaixonado que pode durar por toda a vida?

Talvez nós devêssemos simplesmente ser gratos por termos encontrado essas pessoas. Por termos chegado a amá-las. Por termos aprendido com elas. Pelas nossas vidas se terem expandido e florescido como resultado de tê-las conhecido.

Encontrar e deixar o amor da tua vida não tem que ser a tragédia da tua vida.

Deixá-lo pode ser a tua maior bênção.

Afinal, algumas pessoas nunca chegam sequer a encontrá-lo. 

Texto de Heidi Priebe (traduzido e adaptado)

Caminhar com calma

Um pequeno grande lembrete sobre a presença e a apreciação da paz no momento presente, na autoria do passo de cada um. 

“A semente da plena consciência se encontra em cada um de nós, mas nos esquecemos de regá-la. Acreditamos que só seremos felizes no futuro, quando conseguirmos uma casa, um carro ou um doutorado. Mantemos uma luta em nossa mente e em nosso corpo e não sentimos a paz e a alegria que temos ao nosso alcance neste preciso instante: o céu azul, as folhas verdes e os olhos de nosso ser querido.

O que é mais importante? São muitas as pessoas que passam em provas e compram casas e carros, mas seguem sendo infelizes? 

O mais importante é encontrar a paz e dividi-la com os demais. E para encontrá-la, podemos começar a caminhar com calma. Tudo depende de teus passos”.

— em “O Longo Caminho Leva à Alegria: Um Guia para a Meditação Andando”

“Para encontrar a paz, podes começar a caminhar com calma”: alívio e alegria com Thich Nhat Hanh

“O problema era que todas as alternativas – mudar de carreira, começar tudo de novo – pareciam impossíveis. como trocar o conforto da minha vida segura por algo tão incerto? será que eu não estaria arriscando todo o progresso que já tinha alcançado até ali? também me senti cansado por estar buscando algo como “sentido” e “realização”. será que meu avô teria reclamado desse destino? a vida parecia oferecer uma terrível escolha: dinheiro ou sentido.”

:: Rob Archer ::

Busca espiritual

Esta história de buscar a luz já me encheu o saco. Sabe? Realmente a questão é parar de “encher o saco” da identidade com belas informações ditas espirituais, com verdades “emprestadas”, com a falsidade de estados “artificialmente” estruturados, com um excesso de estímulos vindos de fora e que reforçam ainda mais as roupagens do ego espiritual, engordando a falsa identidade, um eu separado, carente, rígido, precisando fazer e forçosamente fazer, para assim chegar em algum lugar e então “ser” alguma coisa, criando mais angústia interna, mais sofrimento. Oh eu idealizado, tem misericórdia de nossos esforços sinceros!

Bem, observe que é preciso ESVAZIAR. E descascar, e depois soltar, deixar o controle, aniquilar as metas, abraçar o simples, re-significar a existência dentro de uma presença lúcida, calma e amorosa. Nada de mais na verdade, não espere por efeitos especiais. Você se colocar nu e desprovido de artifícios. Bem simples, bem comum, pequenininho, vulnerável, aberto, como isto: “eu não quero nada, eu não sei nada, eu não sou nada” e que aconteça o que for pra ser, que se saiba o que tiver de ser sabido e que seja o que tiver de ser”. Quem vive aqui? Que identidade que se sustenta? Por isso é desafiador dar este passo, é muito assustador largar as bagagens e tocar o corpo do vazio.
Chega de currículos espirituais, chega de esforços e artifícios para chegar em algum lugar e ser alguma coisa que, aqui e agora, nesta dimensão simples e natural, relaxada, já não somos. 

Correria, desejo, necessidade, ambição, competição, acúmulo, expectativas, controle? E você ainda acha que está realizando o SER? O ser que é o fundamento de tudo? O Ser que é a essência da Vida, o Ser que é a tua única sanidade, a natureza do teu coração? 

Ah materialismo espiritual, está certo que passamos por você antes de compreender que a via é outra, por isso é preciso ver e rever, a cada experiência, “quem está” querendo LUZ-plenitude. A luz é nossa realidade, é o comum, o que todos somos, é preciso observar se tem um “eu” querendo brilhar dentro da “luz” nos holofotes do mundo. Chega ser engraçado como o ego se apropria da espiritualidade para ter segurança e controle sobre a matéria. Mas isso é apenas mais uma distração, uma brincadeira de cegos. 

Quem já não sabe que o caminho espiritual requer esvaziamento? E tem sabor de nada. Tem o perfume do não-saber. Tem a completa re-significação da existência. E entrega, mais entrega, toda entrega, porque “você”, assim como está, tão confortável e bonito dentro de uma capa de “belas reflexões e uma postura nova era”, não existe no profundo da essência da vida, e esta inexistência, a liberdade, é a própria existência do SER em ti, sempre, sempre, toda presença!

Todos nascemos para a realização do Ser. Ou nascemos pra quê? Dormir, trabalhar, comer e se distrair? Nascemos para a dor e o descaso com o sentido da vida? É preciso ver as nossas crenças em relação a isso, as raízes de qualquer ser humano estão mergulhadas no divino. Não tem esforço nisso, mas relaxamento. Dormir, trabalhar e comer são fundamentais para a existência corpórea, mas “quem” come, trabalha e dorme? Isso não está distante do SER, é o campo de vida do Ser, e não é um problema! E que dualidade é esta entre vida material e vida espiritual? Até parece que o Ser se esconde e não habita os átomos do mundo! O Ser está tão perto, ele é tão íntimo de cada uma das nossas células, pensamentos, sonhos e coração. Íntimo a ponto de ser o vivente e a vida, tu mesmo, o criador e a criatura, na completa unidade entre matéria e espírito. 

Não há para onde fugir, não existe esconderijo em nenhum mundo onde você possa se ausentar do Ser, ele está INEVITAVELMENTE sempre presente. E agora? O que fazer? Se abre um horizonte de vazio, nada a fazer, nada a realizar, nada a alcançar, simples, calma, espontaneamente, SER. 

E o SER contêm amor, e todos os primores do coração da Vida. ❤

Palavras sinceras de um coração, de um lugar de muita luz. Sensibilidade que transborda…. ❤ 

by Vanessa Shakti

“A diferença entre o que dizemos e o que fazemos, entre o que prometemos e o que realizamos, é como a drenagem de uma estrada. Assim como a água escorre através da drenagem, nosso poder nos escapa quando existe uma diferença entre nossas palavras e nossas ações. Para manter o poder interior pergunte a si todos os dias: meus pensamentos, palavras e ações estão alinhados?” ”

:: Brahma Kumaris ::

“Never doubt that a small group of thoughtful, committed citizens can change the world; indeed, it’s the only thing that ever has”

:: Margaret Mead ::

Em tempos de intolerância

Nesses nossos tempos de tanta intolerância, me deparo com um frase sob medida, atribuida ao grande Montaigne, filósofo que, após 400 anos, continua atualíssimo: “Quando alguém diverge de mim, não desperta minha raiva, mas minha atenção. Eu me abro para ouvir aquele que me contradiz, que pode me fazer pensar “. Que ele possa nos inspirar. Montaigne não falava em teoria. Foi jurista e político ( prefeito de Bordeaux) num momento conflagrado do século XVI, quando as guerras de religião entre católicos e prostestantes dilaceravam a França, destruindo amizades, famílias e causando milhares de mortes . Ele também sugeriu que quem procura corrigir o outro com raiva nada corrige, apenas se vinga.

:: copiei de alguém … ::

Observação desapegada

A observação desapegada é a habilidade de nos separarmos dos nossos próprios pensamentos, emoções, atitudes e comportamento. É a arte de ser testemunha das cenas que acontecem ao nosso redor. Enquanto nos desapegamos e observamos como o jogo da vida se desenvolve – sem sermos participantes ativos – somos capazes de ver o quadro todo com mais clareza. Assim fica mais fácil ver claramente o papel que temos a desempenhar e onde nossa contribuição reside. Nós somos criadores. Nossos pensamentos, emoções e atitudes são nossos trabalhadores.”:: Brahma Kumaris ::

Competição entre ideias

“… apenas alguém milagrosamente inocente em relação à História poderia acreditar que a competição entre ideias possa resultar no triunfo da verdade. Certamente, as ideias competem umas com as outras, mas os vencedores são aqueles que têm o poder e a loucura humana ao seu lado”

:: John Gray :: , filósofo inglês

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