Bom humor e confiança profunda

Em uma fábula guinóstica, os seguidores de Jesus o questionam após a ressureição: “Buscamos a realidade subjacente ao universo e a seu plano.” O filho de Deus se diverte com a cena. Ri e rebate: “Por que vcs me fazem estas perguntas? Toquem a vida adiante e tenham um pouco de fé.”

Há certo tipo de riso que irrompe de um confortável consenso sobre a pequenez da natureza humana.

O riso brota da alma quando nós entregamos aos desígnios superiores da existência. E, claro, não há entrega sem confiança.

Para criar uma vida digna, devemos mais confiar do que ter um insight do plano global. Quando nossa fé é fraca e temos que insistir em nossas próprias crenças à custa dos outros, perde-se o bem necessário para que possamos rir. Este dificilmente encontrará dentron de si a matriz da paz de espírito: aquela que, como o riso de Buda e Jesus, funda-se no humilde reconhecimento de nossas limitações. O não saber é um lugar de contentamento e leveza, fonte de contentamento genuíno.

Aqueles que acreditam muito seriamente nas próprias convicções correm o risco de se distanciar dos sentimentos da humanidade. E, com isso, resvalar para a intolerância raivosa, gatilho de conflitos e ressentimentos.

:: Thomas Moore :: em O Self Original http://www.thimasmooresoul.com

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